quinta-feira, 8 de maio de 2014


PATCHULI




Parte utilizada: Arbusto, folhas
Nome latino: Pogostemon patchouli
Nota: Básica
Extração: Destilação

Aroma: Forte, terroso e exótico, mas também doce e picante.

Características: Uma planta frondosa com folhas peludas que pode chegar a ter noventa centímetros de altura. É um arbusto que exaure o solo e precisa de terra fértil  para se desenvolver. O óleo é obtido das folhas tenras, que são desidratadas e fermentadas antes da destilação. O óleo fica melhor com o passar do tempo.

HIstória e mito: É um fixador de perfumes do tipo oriental que esteve muito em voga durante o movimento hippie, na década de 1960, juntamente com o sândalo e jasmim.

Precauções: Parece ser sedativo em doses baixas e estimulante em doses altas. Pode causar perda de apetite, o que é adequado em casos de necessidade de restrição dos hábitos alimentares.

Mente: Promove um efeito equilibrados e de centramento. Parece eliminar a letargia e aguçar a sagacidade, ajudando a perceber os problemas com mais clareza e conferindo mais objetividade ao raciocínio.

Corpo: O patchouli tem vigorosas propriedades adstringentes e cicatrizantes. Parece ter grandes propriedades diuréticas em caso de retenção de líquido e celulite. Existe alguma associação entre o patchuli e o aumento da libido, provavelmente por sua ação no sistema nervoso central. E por não ser nem muito sedativo nem muito estimulante, ajuda a equilibrar as emoções.

Efeito na pele: É considerado um regenerador de tecidos, capaz de ajudar na recomposição das células cutâneas e na formação de tecidos de cicatrização. Parece aliviar condições de inflamação e trata a pele áspera e rachada e as feridas.



Algumas misturas harmônicas: Bergamota, esclaréia, gerânio, gengibre, lavanda, capim-limão e sândalo.

Bibliografia:  “Óleos que Curam” de Wanda Sellar (Rio de Janeiro: Nova Era, 2002.)
Fonte das imagens: Google
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